Pages

Tradutor De Idiomas:

Thursday, April 21, 2011

Prostituição Uma Profissão Como Qualquer Outra

Apesar de muitos não considerarem como uma profissão, a prostituição já é considerada por lei um trabalho como 'qualquer outro'. Ainda existe muito preconceito com essa profissão pois se trata de um assunto que ainda é um 'tabu' para a sociedade brasileira o sexo. Tendo em vista que esse é um trabalho apenas para maiores de idade (18), o assunto vem causando mais confusão pelo fato de menores estarem cada vez mais cedo entrando para esse trabalho, muitas vezes por necessidade, para comprar drogas ou ate mesmo porque algum parente obriga a criança ou adolescente a se prostituir. Tento em vista que também é uma profissão muito perigosa pois existe casos que após o 'programa' homens costumam matar as mulheres ou ate mesmo as mulheres matarem os homens, nas delegacias o mais comum de prostitutas alegarem é matar por legitima defesa ou porque o rapaz não quis pagar o programa. Existe hoje no Brasil um esquema de prostíbulos onde à um 'cérebro' cafetão ou cafetina e as garotas de programa (prostitutas), o esquema consiste em uma casa onde as prostitutas ficam dentro de quarto esperando os homens na saída pagam no caixa e no final do mês a garotas de programa recebem um salário fixo. Em alguns países como Holanda que já é mais 'liberal' com assuntos considerados polêmicos pelo resto do mundo, drogas em geral e prostituição, é muito comum se ver casas de prostituição.
Também está crescendo e ficando mais visível a prostituição de homens (garotos de programa).  

Menor Infrator, Cadeia Ou Não?


Basta a imprensa divulgar um crime onde há a participação de um menor envolvido que o assunto volta à tona em discussões acaloradas e opiniões contraditórias.

Aqueles que defendem a diminuição da maioridade penal utilizam o argumento de que quando o menor de 18 anos agi criminosamente, ele tem o mesmo grau de consciência de um adulto, ou seja, um jovem de 16 anos sabe muito bem o que faz e deve inclusive ser punido como se fosse adulto.
Os contrários a creditam que tal mudança na lei não traria resultados na diminuição da violência e acentuaria ainda mais a exclusão de parte da população.

Desde bem cedo, a criança sabe o que é certo e o que é errado. Se não ensinam em casa, ensinam na escola e até mesmo na rua, e todos sem menos sobra de duvida aprendem, assim, se comentem algo errado à uma conseqüência severa que não deve ser diferente para alguns por questão de idade, pois como já divulgado em jornais, países desenvolvidos como Estados Unidos, Alemanha, Suíça, aplicam a mesma lei para adultos e para menores infratores.
Esse tipo de 'liberdade' para o menor infrator vem aumentado muito o interesse de adultos criminosos em crianças pois assim fica fácil para um adulto adulto manipular um jovem a cometer um crime que não terá conseqüência grave ao menor do que ele cometer o delito e ir para a cadeira.
Isso sem duvida causaria um grande lotação nas cadeias (mais do que já está), mas aí cabe ao governo construir mais presídios, afinal pagamos autos impostos para isso.

Reflexão Sobre a Cota para Negros nas Universidades




Para a lei, todos são iguais (art. 5º da CF/88). Ingênuo engano.
Os homens são desiguais. Uma estrutura de opressão cria e alimenta as desigualdades. Dessa constatação há de partir toda tentativa deu Direito Justo:
Apreciação desigual, ante a desigualdade social e humana.
A reserva de cotas para negros nas universidades é uma solução errada para um problema maior, a pobreza, que atinge amplos setores da sociedade brasileira e, em especial, os negros.
Dizer, como alguns dizem que no Brasil somos todos negros, ou que ninguém sabe exatamente que é negro. É uma forma de não enfrentar a questão. No Brasil somos si, pobres.
A reserva de cotas acirra o preconceito assim como qualquer medida que beneficie um grupo acirra o preconceito contra esse grupo.
As cotas foram, até agora, o único mecanismo achado por algumas universidades brasileiras para resolver um problema que se agrava: o difícil acesso de negros e pobres ao ensino superior.
Em minha opinião e de modo geral, acredito que a pior opção é não fazer nada. Porque do jeito que esta não dá mais, mas que o que realmente não gosto nisto tudo é do conservadorismo travestido de humanismo.
Os negros brasileiros precisam de oportunidades. Precisam competir em igualdade de condições. A ajuda o meu ver, são os direito de cada um. Os negros brasileiros querem e devem igualdade de oportunidades e de direitos. As universidades públicas fazem de conta que todos têm as mesmas oportunidades no vestibular, o que alem de fantasioso a mais pura mentira.
Esta cota estabelece uma separação de raças e separação de raças é preconceito e um desrespeito muito grande a raça negra.
Se quiserem criar cotas, que seja então pelo nível econômico e não pela raça. Repito, querem cotas, que seja feita pelo nível econômico.